O que significam as quebras emocionais?

17-05-2011 18:15

Poderão simbolizar a vontade de evoluir, de crescer, de nos sentirmos mais aptos para lidar com qualquer situação ou acontecimento. Poderão significar, também, os maiores momentos de decisão, nos quais estaremos a sentir a necessidade de escolha de um determinado caminho.

 

O AUTO-CONHECIMENTO é fundamental para que a transição decorra de uma forma harmoniosa, porém, alerto que na maior parte das vezes será o sofrimento que originará a necessidade de mudança. Quanto mais nos conhecermos, mais aptos iremos estar para lidar com o aparecimento das quebras emocionais.

Será ele a fomentar a criação da capacidade de auto-motivação, valorização pessoal e relativização. 3 pontos essenciais para que se compreenda e se projectem em resultados, as suas consequências. Positivas ou negativas, ao serem observadas e sentidas através destes 3 pontos significará uma maior probabilidade de manutenção de equilíbrio interno e bem-estar emocional.

 

Noção de ESPAÇO PESSOAL. Cada quebra emocional acontece num tempo especifico e dentro de uma cronologia de acontecimentos. A determinação do espaço pessoal, terá como consequência o tempo necessário para a reflexão e criação de novas possibilidades. Serão elas que, a seu tempo, se irão transformar no caminho escolhido.

 

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As OPINIÕES EXTERNAS desempenham o seu papel específico no desenrolar das nossas vidas. A correcta resolução e entendimento dos porquês, do modo de como nos propomos a vivenciar ou a criar situações. Cada opinião, de aprovação, critica ou desprezo, existirá para que nos orientemos para uma decisão. Quanto mais importância escolhermos dar a uma externa, menos iremos escutar a nossa própria vontade.

Escutar e respeitar as necessidades que originamos no exterior, focando a nossa decisão no que estamos a sentir como sendo o caminho que nos aguarda. Alerto que por vezes, iremos entrar em “conflito”, pela simples razão de que os caminhos afastam-se e aproximam-se no fluxo normal da vida.

 

NADA ACONTECE POR ACASO. Provavelmente esta será uma das maiores verdades. Cada quebra emocional significa um reflexo de escolhas e atitudes pessoais. Em cada uma, consciente ou inconscientemente, estaremos a traçar uma determinada linha no mapa da nossa vida.

Tudo começa num ponto de origem, no qual traçamos uma rota que nos orientará. Nesta orientação inicial, criaremos a necessidade primária. A procura de bem-estar. Será através dela que iremos receber a motivação e respectivo impulso, rumo á vontade para que consigamos sair do ponto de estagnação e rumarmos para a concretização positiva individual.

Nada acontece por acaso e tudo existe porque somos evolução. Existe um dizer antigo, no qual escutamos que as missões são colocadas a quem as consegue ultrapassar. Acreditem que é verdade.

 

EVITE BLOQUEAR A NECESSIDADE DE LIBERTAR O QUE SENTE. Seja o que for que esteja a sentir, o fluxo normal deverá originar um determinado fim, caso contrário ficará dentro de si. Este facto fará com que “remoa” e vivencie uma situação ou acontecimento vezes sem conta, focando o seu tempo pessoal em todas as possibilidades que poderia (muitas vezes o pensamento é que deveria) ter decidido. Deste facto, nascerá o arrependimento e o desejo de voltar atrás para remediar o que fez ou não fez. Tal não será possível. Deverá sim, optar pelo caminho do porquê ter sentido a necessidade de colocar em equação se deve ou não ser sincero consigo e com os demais. Neste ponto, a opinião externa desempenha um papel determinante (este será o tema da próxima partilha).

 

A vida é uma VIAGEM EMOCIONAL. Outro facto concreto das nossas existências. Desde que nascemos sentimos diversas sensações. Criamos noções do que nos satisfaz e insatisfaz, do que gostamos e não gostamos, do que nos dá ou retira prazer. Ganhamos conceitos do que nos bloqueia e motiva, do que nos anula e motiva para a libertação. Ao longo do nosso crescimento iremos ganhar consciência do que nos propomos a ser e fazer e adquirir a noção do que fazemos por obrigação ou imposição.

Cada ponto é vivenciado na primeira pessoa e perante o reflexo emocional criado. Será criado o conceito que significará os acontecimentos e situações e iremos ganhar o hábito de focarmos a atenção na manutenção do equilíbrio emocional. Ao longo da nossa vida iremos assimilar pequenos pontos, nos quais na sua repetição, passaremos a sentir a necessidade de não repetir. Esta necessidade é o primeiro passo para quebrarmos hábitos antigos bloqueadores.

A viagem emocional tem um poder gigantesco nas nossas vidas, criando a capacidade e vontade de transformar tudo o que sentimos ser ou que nos propomos a fazer. Através dela, os limites de tolerância alteram-se e ganham contextos mais aproximados da nossa própria auto-tolerância.

 

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Pelo que partilhamos, neste ponto, poderemos chegar á conclusão que cada quebra emocional significa pontos de transição. Nos quais seremos orientados para a evolução, de uma forma inconsciente e consciente. Que existem na forma positiva e negativa, em todas com um forte contexto de aprendizagem pessoal.

 

Existindo o crescimento natural de quem está numa aprendizagem, irão existir obrigatoriamente momentos de aflição, ansiedade e mesmo pânico. O sentir de perca da solidez do chão ou a sentir o desequilíbrio da base pensada eterna. A questão de estarmos correctos ou incorrectos na capacidade de resposta. O ritmo com que decidimos e a critica envolvente, para decidirmos mais rápido. Perder a capacidade de discernimento e até mesmo a tarefa mais simples, se transformar em algo impossível de fazer.

 

A lógica que existia, num determinado caminho, desaparece e deixa um vazio que parece impossível de preencher.

 

Os conhecimentos vão aumentando e a nossa capacidade emocional deverá acompanhar esta realidade. Apenas assim iremos conseguir manter o fluxo de aprendizagem e equilíbrio entre os 4 estados (físico, mental, emocional e celular).

 

Ao atingirmos a consciência do equilíbrio necessário, entre o mental e o emocional, iremos estar mais aptos para lidar com as expectáveis quebras emocionais. Independentemente de serem positivas ou negativas, seja qual for o reflexo interno, iremos estar mais seguros, fortes e conscientes de que o nosso papel em cada ponto da nossa vida.

 

Relembro que cada novo conhecimento adquirido implicará um tempo de assimilação de novas expectativas. Serão elas a motivar o nosso ser para o seu usufruto e pela utilização para nossa valorização e valorização pessoal.

 

Até breve, é um privilégio escrever para a nossa leitura.

 

Nuno Esteves

Consultor de Bem Estar

 

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